Petiscos, vinho e fado
Uma pequena tasca moderna num largo de Alfama: peixe e marisco do mercado da manhã, pratos para partilhar, vinhos naturais a copo e uma esplanada que apanha o último sol.

Uma tasca é uma cozinha de porta aberta para o largo.
Sem menu de degustação, sem dress code. Os pratos chegam quando estão prontos, toda a gente partilha e a chef vem à sala dizer olá.
Da nossa ementa
Um cheirinho do que sai da cozinha nesta estação. Tudo é para partilhar: conte dois ou três petiscos por pessoa, depois um prato para a mesa.



Quarenta lugares, uma esplanada e Alfama inteira a passar.
A tasca em números
Pequena de propósito: uma sala, uma esplanada, uma grelha a carvão e uma carta de vinhos que muda com o que os produtores engarrafam.
O que dizem os nossos clientes
Dos vizinhos que vêm todas as semanas aos viajantes que nos encontraram a descer do castelo.
As melhores amêijoas da viagem inteira.
Demos com o largo ao pôr do sol, apanhámos a última mesa da esplanada e ficámos três horas. O polvo é escandaloso, o vinho laranja ainda melhor, e a Inês veio dizer-nos onde ouvir mais fado depois.
Petiscos a sério, não comida para turistas.
A noite de fado de quinta foi o melhor de Lisboa. Reservem com antecedência, enche.
A minha mulher é vegetariana e celíaca: a equipa sabia cada prato de cor e ela comeu melhor do que eu.
Pequena, barulhenta no bom sentido, e o pastel de nata chega morno.
Vinhos naturais a copo a preços justos, explicados sem sermão.
Reservámos a mesa comprida para os 70 anos da minha mãe. Doze pessoas, um banquete de arroz de marisco e fado à sobremesa.



