À quinta-feira, a sala canta
Fado ao vivo na Tasca do Largo: uma fadista, uma guitarra portuguesa, uma viola e quarenta pessoas a suster a respiração. Primeiro o jantar, depois duas atuações.

“Silêncio, que se vai cantar o fado.”
Quando as luzes baixam, a cozinha faz uma pausa, os copos ficam na mesa e ninguém fala. Entre as atuações, voltam o barulho e os pratos.
Uma quinta-feira na tasca
As noites de fado são só ao jantar. Chegue cedo, coma bem e deixe a música tomar conta da noite.
Portas abertas e primeiros pratos
Petiscos e um copo de vinho enquanto a sala enche.
Primeira atuação
Três ou quatro fados, dos clássicos de Amália aos novos autores de Alfama.
Intervalo
Pratos, sobremesas, um Moscatel. Os músicos jantam connosco.
Segunda atuação
Mais lenta, mais escura, e quase sempre com um fado que a sala inteira conhece.
Próximas noites
Os nossos guitarristas residentes tocam todas as semanas; a voz muda de quinta para quinta.
O fado nasceu em ruas como esta.
Sem couvert, sem menu de espetáculo
As noites de fado não custam nada a mais: pede da ementa habitual. Só pedimos que reserve, que chegue antes das 21h00 e que fique em silêncio enquanto se canta.